O impacto do filme em papel

O papel é filme americano de 1994. O filme descreve 24 horas de vida do editor do jornal New York.

O filme teve um grande impacto no público, revelando problemas reais da sociedade. Além disso, o filme mostra como o trabalho no jornal pode arruinar sua vida pessoal.

O personagem principal Henry Hackett, interpretado por Michael Keaton, é um diretor-assistente que não pode adiar a grande história até o dia seguinte. Nem mesmo quando sua esposa grávida está esperando por ele durante horas no restaurante, e nem mesmo quando custa muito dinheiro atrasar a campanha da imprensa, ou quando ele não tem certeza de que a grande história existe.

O filme se concentra em 24 horas de vida se um jornal de Nova York chamasse o sol. Uma grande história está circulando pela cidade. Dois homens foram mortos em um carro estacionado e dois jovens negros foram vistos fugindo da cena do crime. É óbvio que as crianças são inocentes, porque o filme diz isso. Mas devido à pressão política para encontrar os assassinos, as crianças são presas. Um dos repórteres do jornal de Hackett ouviu que os próprios policiais acham que as crianças são inocentes.

O editor-chefe do jornal quer apenas publicar a história como é, sem procurar por suspeitas, mas Hackett e seu colunista iniciante, McDougal, querem descobrir a verdade e obter a citação da polícia de que as crianças são inocentes. Eles partem em uma jornada noturna para obter a verdade.

Eles finalmente chegam a um policial Richie no banheiro da estação e, através de repetidos interrogatórios, fazem com que ele admita que as crianças são realmente inocentes e por acaso estavam andando na cena do crime quando foram pegos. O motivo de sua prisão deveu-se principalmente à persistência dos oficiais da cidade de que a mídia mostra o NYPD como estando no topo de tais crimes imediatamente, a fim de evitar que o turismo de NYC caia. McDougal e Henry voltam para o jornal com sua história exclusiva.

No entanto, Alicia já preparou a história sobre como os adolescentes são culpados, apesar de Henry e McDougal terem acabado de voltar com a prova de que não estavam. Isso leva a uma briga física entre Henry e ela depois que ele tenta parar as impressoras que já estão imprimindo os papéis com a informação errada.

No final, a decisão de mudar a manchete do jornal para "Eles não o fizeram" é feita. As novas edições do jornal são impressas a tempo para a circulação da manhã. O filme termina com os relatos de rádio que, graças à história exclusiva do Sol, os adolescentes do Brooklyn foram libertados da prisão sem acusações.

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