Why She Should Not

TÍTULO: Por que ela não deveria ter um aborto? DESCRIÇÃO: O ensaio “Por que ela não deveria?” Argumenta sobre por que as mulheres não deveriam fazer abortos. O aborto é uma questão muito complexa e extremamente debatida que tomou a maior parte da arena política e social americana no século XX. Pessoas de ambos os lados da questão fornecem declarações fortes que têm pontos adequados. A sociedade alega que o abuso infantil e o assassinato de uma criança são ilegais, no entanto, o aborto é permitido. Não importa se o aborto é certo ou errado, a linha tênue que diferencia o aborto de um assassinato será debatida por muitos anos.

Judith Thompson escreveu um artigo sobre o aborto, onde ela argumenta que o aborto pode ser justificado moralmente em alguns casos. Em seu artigo, ela diz que até ela argumenta que o aborto não é permissível, ela não argumenta que isso é sempre permissível. Thompson justifica moralmente um aborto quando uma mulher, que está prestes a fazer um aborto, foi estuprada, ou o nascimento da criança ameaça a saúde da mulher. Thompson apresenta muitas histórias para ajudar os leitores a entender algumas das questões morais criadas pelo aborto.

De acordo com Thompson, os defensores do aborto alegam que os fetos são seres humanos e todas as pessoas têm o direito de viver; os fetos também têm o direito de viver. Apesar de Thompson concordar que se pode garantir que um feto é uma pessoa desde o momento da concepção, ela ainda fornece uma justificativa moral para um aborto. Thompson compara uma mulher que acidentalmente ficou grávida da que foi estuprada. Assim, você precisa cuidar do seu bebê e não fazer um aborto. Thomson conclui que uma pessoa tem o direito de decidir o que acontece com seu próprio corpo, especialmente se a gravidez ocorreu contra a vontade de uma pessoa.

Outro exemplo, onde Thomson justifica o aborto, é quando uma mulher usa contraceptivos, mas ainda engravida apesar disso. Esta mulher não tem que ter um filho, pois ela claramente tentou evitar a gravidez.

Mesmo assim, muitas pessoas concordam com os argumentos de Thomson, também há algumas divergências. Por exemplo, Thomson diz que se um casal se esforça para não engravidar, ele não é responsável pela concepção. Muitos discordam desta declaração dizendo que, se duas pessoas têm relações sexuais, elas são totalmente responsáveis ​​por seus resultados. Assim, embora a mulher tenha o direito de decidir o que fazer com seu corpo, ela ainda é responsável pelas consequências da relação sexual.

Judith Thomson fornece muitos argumentos fortes que justificam a permissibilidade do aborto. Ela afirma que uma mulher tem o direito de decidir se abortar ou não. Ainda Thomson diz que ela concorda que o desejo pela morte da criança não é aquele que alguém pode gratificar, se é possível separar a criança viva.

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